terça-feira, 7 de novembro de 2017
domingo, 24 de abril de 2016
Cuscuz de Abobrinha
sexta-feira, 15 de abril de 2016
· Os 7 Tipos de Inteligência, segundo Howard Gardner
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Carnaval
As festas do ano são um acontecimento importante na vida e no ritmo da criança e mesmo do adulto. Se tentarmos nos lembrar de nossa infância, as festas do ano parecem pequenas pedras preciosas. A civilização moderna, tão consumista, incentiva apenas o lado comercial destas festas. Mas elas têm um profundo sentido espiritual, e são marcos importantes no ritmo do ano com suas quatro estações e desempenham um importante papel na biografia e na saúde do ser humano.
Faz-se muito importante resgatar o sentido das imagens que acompanham estas festas anuais, pois assim poderemos usá-las novamente de modo consciente e não simplesmente como uma simbologia que nada mais significa. Usando-as conscientemente, podemos dar novamente um verdadeiro sentido espiritual às nossas festas, e nos beneficiar com o resgate do ritmo anual trazido por elas.
No decorrer do ano, depois do Natal comemorado no final do ano anterior, temos a passagem do Ano Novo e a Festa de Reis fechando as celebrações do nascimento do menino Jesus até seu batismo no rio Jordão. A próxima celebração é a do Carnaval – uma época festiva de expansão e brincadeiras que culmina com a quarta-feira de cinzas, numa metáfora de que se inicia uma fase de interiorização, da preparação para o momento inevitável de se confrontar com a própria morte.
Ainda é muito calor, mesmo terminado o “horário de verão” e retomada as atividades laborais, após o período usual das férias, é lentamente que o ano começa a girar as engrenagens do tempo para o ritmo mais acelerado de nossas vidas. É o período da Quaresma – período de40 dias que se inicia na quarta-feira de cinzas do Carnaval e vai até o domingo da Páscoa. . Devagar a temperatura começa a cair, assim como as folhas das árvores, os dias ficam mais azuis, o clima mais seco. O outono inicia trazendo com ele uma nova Época.
O carnaval é o período festivo entre a Epifania (dia de Reis/batismo no Jordão) e a Paixão de Cristo. Como outras festas cristãs, são continuações de antigos hábitos pagãos. Esta festa nasceu na antiga Roma – a confraternização dos soberbos ou feudais com seus escravos, empregados etc. Com “as máscaras” os papéis podiam ser trocados, por exemplo, a rainha podia se divertir com o caçador sem que este a reconhecesse.
Nesses dias de carnaval, qualquer um pode representar ser o que quiser. Pode-se experimentar uma nova máscara sem grandes conseqüências, bastando estar atento para que a brincadeira não exceda limites.
As brincadeiras, o dançar e o fantasiar-se, trazem uma leveza nesses dias, de breves momentos de respiração anímica, o que nos ajuda a penetrarmos como que rejuvenescidos, na séria época da Paixão e da morte.
Antigamente esta festa, com suas máscaras e barulhos, servia também para expulsar ou atrair seres elementares da natureza. Era a época, no hemisfério norte, de mandar o ser do inverno embora e chamar o espírito da primavera.
É verão no Brasil, e nesta época, a seriedade da vida só começa depois do Carnaval, não só por se tratar de um povo brincalhão, mas por isto ser o fluxo natural do tempo. Por se tratar na verdade, de uma grande respiração, entre expansão e contração, natural no ritmo do ano. Tal como em tudo que é vivo.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Época do Advento
O que permeia a Terra, o ambiente e o Homem nessa época?
Ao contrário do que normalmente se pensa, essa época é uma das mais difíceis e dolorosas do ano, pois durante o Advento vamos transformando todo o nosso ser para que aquela entidade de amor, o Cristo, possa nascer em nosso coração. E esse preparo, que se renova a cada ano, é o resultado da superação das mais terríveis tentações que pretendem impedir que esse nascimento aconteça.
Durante a época de Micael (São Miguel Arcanjo, 29 de setembro) o ser humano vai desenvolvendo coragem para superar as influências das forças adversas e dirige essa coragem, essa luta cósmica de Micael contra o dragão, para dentro do seu ser.
Durante a época do Advento o ser humano irá utilizar essa dádiva recebida na Época de Micael para lutar contra tudo aquilo que está impedindo o surgimento de algo novo naquele espaço mais sagrado que vai sendo criado no íntimo do coração.
O ambiente físico (Terra) nessa época do Advento. Terminando o inverno, a natureza encontra-se bastante seca. Ainda existem incêndios e fumaça. Além disso, um ambiente nublado de nuvens e neblina vai surgindo com as primeiras chuvas. O horizonte nítido e claro da época do inverno vai sendo apagado pela névoa e pelas nuvens. As estrelas não brilham tanto, pois há sempre nuvens e neblina. Toda a natureza vai ficando mais oculta, revestida de névoas.
Em relação ao vital (água), ocorre o seguinte nesta época: as chuvas, a princípio leves, vão se tornando mais intensas e surgem de repente tempestades. Um impulso vital invade de maneira impetuosa toda a natureza. Surgem inundações, os rios se tornam mais caudalosos e com correntes fortes, turbilhões...
Em relação ao anímico (ar), a luz, notamos nesta época do ano, que grandes massas de nuvens escuras, quase pretas, cobrem a maior parte do céu anunciando tempestades em tom ameaçador. A cor azul do céu e os raios luminosos do Sol desaparecem, e a região mais clara da paisagem é a própria terra! Uma Terra iluminada tendo ao fundo um céu cinza chumbo.
Em relação à individualidade (calor, consciência), ocorre que ondas de frio vindas do pólo sul surgem repentinamente. Em poucas horas a temperatura cai, o tempo fica nublado, chove, e às vezes persiste uma garoa. Depois disso, surge um ambiente quente, e abafado. Nossa consciência, durante esse período também tende a ficar abafada e é difícil nos mantermos em vigília nessa situação.
Frieza e abafamento da consciência em sobressaltos, em ímpetos, é o que surge na natureza humana nessa época.
O nascimento do Novo Espírito Solar, o Cristo, ocorre em um âmbito de violência, sofrimento e dor. O episódio do recenseamento imposto por Roma de maneira agressiva aos habitantes da Judéia e a matança das crianças por ordem de Herodes nos revelam que o nascimento do novo é precedido por uma enorme e violenta resistência.
Tanto do ponto de vista histórico como dos eventos ocorridos na Natureza, esta época do ano é permeada por grandes ímpetos e turbilhões que precedem o nascimento da grande entidade Solar.
O ser humano reflete em seu íntimo aquilo que ocorre no mundo externo. Não apenas o físico reverbera o ambiente desses grandes ímpetos que ocorrem na Natureza, mas a nossa vitalidade, o nosso estado anímico e a nossa individualidade são acometidos pelos assaltos que querem impedir o nascimento daquele Novo Ser no íntimo do nosso coração.
Referencia: “Época do Advento”, Flávio Ernesto Milanese.
sábado, 7 de novembro de 2015
OS QUATRO ANJOS DO ADVENTO (LENDA RUSSA)
Deus, então chamou os Anjos para que troxessem luz aos quatro cantos do mundo e avisassem os homens que o Filho de Deus viria.
O primeiro Anjo tinha asas azuis. Foi iluminar as cavernas e as grutas com um raio de luz que o sol lhe deu. Foi esse raio de luz de sol que ajudou os anões a fazerem pedras coloridas. Esse anjo trouxe a chuva e ela lavou as pedras, encheu os lagos, fez os rios correrem mais depressa.
O segundo Anjo tinha asas verdes. Saiu do céu bem cedinho, mas como voava devagar, chegou na terra ao entardecer. O raio de luz que esse Anjo trouxe deu cor e perfume às plantas. Ele também ensinou os homens a plantar e a deixar a terra bem fofinha para receber a semente.
O terceiro Anjo tinha as asas amarelas. Ele foi até perto do sol e o sol lhe deu um raio de sua luz para que ele trouxesse até a terra. Quando ele estava chegando, os animais viram aquela luz e ficaram admirados. O Anjo então explicou que iria nascer uma criança muito especial e que todos deveriam se preparar para recebê-La. Os pássaros fizeram músicas muito bonitas, as borboletas coloriram suas asas, os animais de pelo falaram uns com os outros sobre o acontecimento e o vento espalhou a notícia por todos os cantos.
O quarto Anjo tinha asas vermelhas. Ele queria tanto ajudar os homens que foi logo falar com
Deus , não esperou ser chamado. Deus tirou uma luz do seu trono e disse ao Anjo vermelho que colocasse essa luz no coração de cada homem, de cada mulher, de cada criança. Porque já estava bem perto o dia do nascimento de Jesus.
É por isso que até hoje acendemos 4 velas na coroa de Advento, para lembrar os quatro anjos que nos avisaram da chegada do filho de Deus.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
A Menina Da Lanterna.
Ah! Exclamou a menina. – Quem poderá reacender a minha lanterna? Olhou para todos os lados, mas não achou ninguém.
Apareceu, então, uma animal muito estranho, com espinhos nas costas, de olhos vivos, que corria e se escondia muito ligeiro pelas pedras. Era um ouriço.
Querido ouriço! Exclamou a menina, - O vento apagou a minha luz. Será que você não sabe quem poderia acender a minha lanterna? E o ouriço disse a ela que não sabia, que perguntasse a outro, pois precisava ir pra casa cuidar dos filhos.
A menina continuou caminhando e encontrou-se com um urso, que caminhava lentamente. Ele tinha uma cabeça enorme e um corpo pesado e desajeitado, e grunhia e resmungava.
Querido urso, falou a menina, - O vendo apagou a minha luz. Será que você não sabe quem poderá acender a minha lanterna? E o urso da floresta disse a ela que não sabia, que perguntasse a outro, pois estava com sono e ia dormir e repousar.
Surgiu então uma raposa, que estava caçando na floresta e se esgueirava entre o capim. Espantada, a raposa levantou seu focinho e, farejando, descobriu-a e mandou que voltasse pra casa, porque a menina espantava os ratinhos.
Neste momento surgiram estrelas que lhe disseram pra ir perguntar ao sol, pois ele com certeza poderia ajudá-la.
Depois de ouvir o conselho das estrelas, a menina criou coragem para continuar o seu caminho.
Finalmente chegou a uma casinha, dentro da qual avistou uma mulher muito velha, sentada, fiando sua roca. A menina abriu a porta e cumprimentou a velha.
- Bom dia querida vovó – disse ela
- Bom dia, respondeu a velha.
A menina perguntou se ela conhecia o caminho até o Sol e se queria ir com ela, mas a velha disse que não podia acompanhá-la porque ela fiava sem cessar e sua roca não podia parar. Mas pediu a menina que comesse alguns biscoitos e descansasse um pouco, pois o caminho era muito longo. A menina entrou na casinha e sentou-se para descansar. Pouco depois, pegou sua lanterna a continuou a caminhada.
Mais pra frente encontrou outra casinha no seu caminho, a casa do sapateiro.
Ele estava consertando muitos sapatos. A menina abriu a porta a cumprimentou-o. Perguntou, então se ele conhecia o caminho até o Sol e se queria ir com ela procurá-lo. Ele disse que não podia acompanhá-la, pois tinha muitos sapatos para consertar. Deixou que ela descansasse um pouco, pois sabia que o caminho era longo. A menina entrou e sentou-se para descansar. Depois pegou sua lanterna e continuou a caminhada.
Bem longe avistou uma montanha muito alta. Com certeza, o Sol mora lá em cima – pensou a menina e pôs-se a correr, rápida como uma corsa. No meio do caminho, encontrou uma criança que brincava com uma bola.
Chamou-a para que fosse com ela até o Sol, mas a criança nem responde. Preferiu brincar com sua bola e afastou-se saltitando pelos campos.
Então a menina da lanterna continuou sozinha o seu caminho
Foi subindo pela encosta da montanha. Quando chegou ao topo, não encontrou o Sol.
- Vou esperar aqui até o Sol chegar – pensou a menina, e sentou-se na terra.
Como estivesse muito cansada de sua longa caminhada, seus olhos se fecharam e ela adormeceu.
O Sol já tinha avistado a menina há muito tempo. Quando chegou a noite ele desceu até a menina e acendeu a sua lanterna.
Depois que o sol voltou para o céu, a menina acordou.
- Oh! A minha lanterna está acessa! – exclamou, e com um salto pôs-se alegremente a caminho.
Na volta, reencontrou a criança da bola, que lhe disse ter perdido a bola, não conseguindo encontrá-la por causa do escuro. As duas crianças procuraram então a bola. Após encontrá-la, a criança afastou-se alegremente.
A menina da lanterna continuou seu caminho até o vale e chegou à casa do sapateiro, que estava muito triste na sua oficina.
Quando viu a menina, disse-lhe que seu fogo tinha apagado e suas mãos estavam frias, não podendo, portanto, trabalhar mais. A menina acendeu a lanterna do artesão, que agradeceu, aqueceu as mãos e pôde martelar e costurar seus sapatos.
A menina continuou lentamente a sua caminhada pela floresta e chegou ao casebre da velha. Seu quartinho estava escuro. Sua luz tinha se consumido e ela não podia mais fiar. A menina acendeu nova luz e a velha agradeceu, e logo sua roda girou, fiando, fiando sem cessar.
Depois de algum tempo,a menina chegou ao campo e todos os animais acordaram com o brilho da lanterna. A raposinha, ofuscada, farejou para descobrir de onde vinha tanta luz. O urso bocejou, grunhiu e, tropeçando desajeitado, foi atrás da menina. O ouriço, muito curioso, aproximou-se dela e perguntou de onde vinha aquele vaga-lume gigante. Assim a menina voltou feliz pra casa.
À medida que as últimas horas deste ano escorrem pelos nossos dedos, não consigo deixar de me emocionar ao olhar para trás e contemplar a ...
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À medida que as últimas horas deste ano escorrem pelos nossos dedos, não consigo deixar de me emocionar ao olhar para trás e contemplar a ...
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Gente dá uma ajudinha aqui? É rapidinho e eu super recomendo :) #cosmetologianatural
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Gente alguém pode me esclarecer o que se passa no meu olho direito, tem um mês que ele fica tremendo sem parar, uns dizem que é coisa boa, a...





